quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

American Music Burguer


Olá minha gente,

Para hoje o Barrigana tem uma sugestão vinda diretamente da “Terra do Tio Sam”, venho falar-vos dos Restaurantes/Dinner  “American Music Burguer”, que já se podem encontrar um pouco por toda a cidade de Lisboa, e não só. Já conta com quatro lojas só na capital (Avenidas da Liberdade e de Roma, em Campo de Ourique e mais recentemente no Saldanha), contando ainda com uma “unidade” móvel que podemos encontrar em várias festas e festivais. Hoje venho falar-vos da Loja da Avenida da Liberdade, que se situa mais precisamente no número 6 da Rua Alexandre Herculano.

Esta casa faz parte de uma “tendência” que tem tomado de assalto a cidade de Lisboa, onde já abriram vários restaurantes “deste género”, os chamados “dinners” , só contando de cabeça eu já vou em quatro. Este “dinner” em particular consegue juntar dois temas que me são muito “queridos”, comida (claro) e música.

Antes mesmo de entrarmos no restaurante ficamos logo com uma ideia do interior. À entrada temos uma estátua do “Rei do rock’n’roll”, o próprio, Elvis Presley. Depois ao entrarmos apercebemo-nos de que o rei não está só e que está lá “a corte toda”, isto é, Marilyn Monroe, Charlie Chaplin, entre muitos outros. O espaço é confortável, descontraído e sofisticado, a música nunca pára, a toda a hora e até às sextas e sábados à noite podemos desfrutar de um Dj set.

Para o ambiente vão cinco Barriganas.

Em relação à ementa, está também de acordo com o tema do restaurante, isto é, grandes clássicos americanos como hambúrgueres, pizas, milk-shakes e até alguns pratos mexicanos, como “chilli” com carne e burritos. Contudo, devo destacar como entrada uns estaladiços “aros de cebola com molho de mostarda e mel”, como prato principal devo confessar-vos que não consegui resistir aos hambúrgueres com 100% carne de novilho nacional (afinal de contas nem tudo vem dos “states”), mais precisamente quero destacar o Jazz Burger, carne suculenta coberta de bacon e molho barbecue e o Rock Burger, com bacon e queijo americano. Tudo isto com vários acompanhamentos, eu fiquei-me pelos espinafres salteados e pelas tradicionais batatas fritas.

Vejo-me obrigado a destacar uma particularidade muito agradável e simpática. Caso decidamos festejar o nosso aniversário, juntando os nossos amigos/família num destes restaurantes (que eu acho uma boa ideia) eles oferecem-nos o bolo de aniversário.

Em relação à ementa ficam os quatro Barriganas.

O preço ronda, em média, os 10 e os 15 euros por pessoa, que é um preço bastante simpático, tendo em conta a qualidade da comida, o ambiente e o atendimento simpático.

Ficam os quatro Barriganas para o preço.      

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Oliveira/Azeitona/Azeite


Hoje em dia podemos afirmar que o azeite é dos ingredientes que usamos praticamente todos os dias, saladas, sopas, massas, molhos, salteados, entre muitos outros, a lista é quase infindável.

No fundo, as oliveiras são árvores que têm acompanhado os seres humanos há já vários milhares de anos, de facto, foram das primeiras árvores a serem cultivadas na região mediterrânica oriental e na Ásia Menor, há mais de 5000 anos. Existem mais de 400 espécies de oliveiras, apesar de apenas uma delas, a Olea Europaea, produzir azeitonas.

Todas as azeitonas são verdes e vão ficando negras com o amadurecimento, tal como um fruto, sim, porque as azeitonas são um fruto. Para chegarmos ao azeite, mais precisamente a um litro, são necessários cinco a seis quilos de azeitonas. Depois de engarrafado, o azeite deve ser guardado numa garrafa de vidro escuro e num ambiente com pouca luz.  

Este versátil líquido pode servir como repelente contra insectos quando queimado numa lamparina, por exemplo. Os povos pré-mesopotâmicos untavam-se com azeite para se protegerem do frio, na Grécia antiga era usado pelas mulheres como protector solar, alisador de cabelo e aromatizante de pele e os romanos tinham o hábito de o utilizar como analgésico e cicatrizante.

De facto, se pensarmos na Grécia e Roma antiga, muitas das estátuas e monumentos “aparecem-nos” com uma espécie de coroa feita de ramos de oliveira. Para estes povos a oliveira era símbolo de glória e poder, dai a razão para os vencedores dos Jogos Olímpicos serem agraciados com uma.           

Até na lua existem oliveiras, … calma, não enlouqueci de vez, em 1969 quando “pisámos” pela primeira vez a superfície da lua o astronauta Neil Armstrong deixou lá um ramo de oliveira, como símbolo de paz. A minha previsão é que com os “ares” da lua aquele ramo já deu origem a uma grande oliveira cheia de azeitonas gigantes e sumarentas.

Já pensaram se isto fosse verdade?  

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Ravioli de Sardinha Manná com molho de tomate


Olá minha gente,

Em primeiro lugar hoje o Barrigana tem para vocês uma pequena aula de língua italiana. Ora qual será o plural da palavra ravioli? Raviolis? Não, errado, o que é certo (e este era um erro que eu também cometia, até hoje) é que, em italiano, ravioli é o plural da palavra raviolo que é usado quando se confecciona apenas um destes pastéis, mas em ponto grande.

Ao que parece os ravioli são um prato bastante antigo, a primeira referência da sua existência data do século XIV e já nessa altura fazia as delícias de muita gente, até do Papa que os comeu servidos no conclave de 1549. Durante a Primeira Guerra Mundial, o exército italiano conseguiu enlatá-los e servi-los como ração às suas tropas.

Com tanta fama, também o Barrigana se viu praticamente obrigado a fazer uma receita de ravioli, mas sempre com um toque especial, assim, hoje trago-vos uns “RavioliI de sardinha Manná com molho de tomate”. Vão precisar de:

(para 6 ravioli por pessoa, para 4 pessoas)
 - 1 lata de 65g de paté de sardinha Manná;
- 1 lata de 22g de paté de sardinha picante Manná;
- 1 lata de sardinhas sem pele e sem espinhas em azeite Manná Gourmet;
- Cerca de 2 colheres de sopa de azeite;
- Raspas e sumo de ½ limão;
- Cerca de 15 raminhos de cebolinho (picados);
- 5 folhas e ½  de 20x10cm de Massa fresca (ver receita de 04/10/2013);
Molho de tomate
- 4 dentes de alho (picados);
- 1 cebola roxa (picada);
- 4 filetes de anchova Manná;
- 2 colheres de chá de molho inglês;
- 1 dl de vinho branco;
- 5 tomates de cacho maduros (sem pele e em pedaços);
- 2 colheres de sopa de ketchup;
- 200g de polpa de tomate;
- ½ colher de chá de coentros em pó;
- 2 colheres de sopa de orégãos secos;

Em primeiro lugar para “montar” os ravioli, num robot de cozinha (ou com a ajuda da varinha mágica) trituram-se os patés de sardinha Manná juntamente com as sardinhas sem pele e sem espinhas, o azeite, as raspas e sumo de limão, assim como o cebolinho picado, até obtermos uma pasta macia.

Posto isto, estendemos as folhas de massa e contando um dedo a partir da lateral colocamos cerca de uma colher de chá da mistura, deixando no topo massa suficiente para que consigamos dobrar e cobrir totalmente o recheio. Depois contamos dois dedos entre cada recheio e colocamos outra colher, seguidamente cobrimos com a parte de cima da massa, assegurando-nos de que não ficam bolsas de ar em cada raviolo, pressionamos com muito cuidado e cortamos em quadrados com a ajuda de um cortador de massa ou de uma faca. Finalizamos pressionando as laterais com um garfo, para nos assegurarmos de que estão selados. Reservamos no frigorífico.

Para o molho de tomate, num tacho salteamos a cebola, o alho picado e os filetes de anchova, até que estes últimos se desfaçam. Posto isto, juntamos o molho inglês e o vinho branco deixando-os cozinhar por dois minutos. Continuamos juntando os tomates em cubos pequenos, o ketchup e a polpa de tomate, deixamos cozinhar por cerca de 15 minutos com o tacho tapado (mexendo ocasionalmente).

Enquanto o molho acaba de cozinhar, cozem-se os ravioli em água a ferver com um pouco de sal grosso durante cerca de cinco minutos.

Uma vez o molho espesso, finaliza-se juntando os coentros em pó, o cebolinho picado, meia colher de chá de açúcar (para equilibrar a acidez do tomate) e temperando com sal e pimenta a gosto. Antes de se servir juntamos os ravioli ao molho e caso queiramos podemos juntar um pouco do nosso queijo favorito.

Uma verdadeira delícia. Experimentem.

Patrocinado por Manná - Patés e Conservas de Peixe - www.facebook.com/MANNAPateseConservasdePeixe

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Cantaloupe Olhão


Considerado por muitos entendidos na matéria como o melhor clube de Jazz a sul do Tejo, o Jazz café/ clube de Jazz Cantaloupe Olhão é um local acolhedor situado na lateral dos emblemáticos mercados de Olhão de frente para o famoso “Caíque Bom Sucesso” e para a bela Ria Formosa.

Este Jazz Café é já famoso por ser local de vários concertos de Jazz de músicos nacionais e internacionais, assim como Jam Sessions não só no Verão, mas ao longo de todo o ano. Caso não tenhamos disponibilidade ou a sorte de apanhar um destes concertos, podemos sempre desfrutar da excelente música ambiente que está sempre presente, enquanto descontraímos na esplanada exterior e contemplamos a paisagem ou no interior do café apreciando uma das frequentes exposições de pintura ou fotografia. Para além de tudo isto este café também dispõe de wi-fi gratuito.

O serviço é bastante simpático e familiar o que nos faz sentir como se estivéssemos em casa.

Para o ambiente ficam os cinco Barriganas.

Devo dizer-vos que este é um daqueles sítios que conseguem combinar não o melhor de dois mundos, mas sim o melhor de três mundos: música, comida e bebida.

Não querendo fazer-vos pensar que sou um alcoólico incurável, mas aqui servem-se excelentes bebidas, começando nos cocktails, passando pelos vinhos, cervejas, sangrias e acabando nos chás variados e cafés, todas confeccionadas como mandam as regras. Começo por destacar cocktails como mojitos, margaritas e caipirinhas, bem refrescantes, depois vêm as sangrias e devo destacar uma leve e refrescante “Sangria de rosé” excelente para uma noite de verão.

Mas devo confessar-lhes que é a enorme variedade de cervejas (importadas) apresentada que me fascina, muitas delas belgas (e não só), de entre elas quero destacar a “Carmeliet” e a “Kwak”, todas com o seu respectivo copo próprio.

Relativamente à ementa é bastante recheada de delícias simples mas igualmente saborosas e cheias de classe, todas elas com o nome de um clássico do jazz ou bossa nova (assim como o próprio nome do bar, Cantaloupe – Cantaloupe Island). De entre as delícias destaco a tosta “Satin Doll”, crocante e cremosa, com queijo, tomate e orégãos, a salada “Corcovado”, com alface, fiambre, laranja e maçã, a tartine “My Favourite Thing” de salmão fumado e queijo creme e ainda por fim a tartine “Fly me to the Moon” de tomate e queijo fresco.        

Por tudo isto ficam os cinco Barriganas.

O preço médio ronda os 10 e os 15 euros por pessoa que para o ambiente apresentado e para a ementa de bebida e comida é excelente.

Para o preço ficam os quatro Barriganas.

Um excelente opção para apreciadores de uma boa bebida, boa comida e de principalmente de boa música. 

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